quinta-feira, 1 de março de 2007

pela ligação inequívoca entre as partes

Let’s sing another song, boys, this one has grow old and bitter.
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Uma marcha eslava. Tchaikovsky acompanha e descreve o confronto. Sob nossos os olhos, a melodia que não intencionava império é agredida pela outra. Ergue-se e novamente caí.

Destarte, gradativamente destroçada, de tal forma reduzida, até que quase se deteriorou em ruído insignificante. Apenas para ressurgir, agora absoluta: mais completa e, enfim, magnânima.

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E também devemos celebrar a estupidez de quem cantou essa canção (...)
Venha (...) vem chegando a Primavera
Nosso futuro re
começa.

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A vida. Assistimos não ao ensaio de uma orquestra, mas aos músicos jogados de repente à exposição pública. Escolhemos, sim, e só, entre compor árias ou tecer comentários.
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In the nest world war; in a jackknifed juggernaut, I’m born again.
In the neon sign, scrolling up and down
, I’m born again.
In an
interstellar burst, I’m back to save the universe.

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Morte. Vida. O embate? Sua versão cotidiana a destruir vasos e famílias. Sua versão solene e grandiloqüente a encerrar tudo. Presenciamos não a um duelo, mas à construção da harmonia. A variação entre tonalidades. Os turnos intercalados de som e silêncio.
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What did you learn from the time in the solitary cell of your mind?
There were noises, distractions from anything good and the old prison food.
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Colour my life with the chaos of trouble,
Cause a
nything’s better than posh isolation.

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Devoro exércitos, devoro exércitos
Canto para os pássaros, corro nos desertos.
Nem a vontade
de mil conselhos pode me deter

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Torno conhecido o meu nome em rimas brancas:

Cá esteja uma canção céltica sobre a dor. Aqui, a alegria, em latim. Ou talvez não.


Por Baco, que haja festa. Por Marte, que haja guerra.

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Vou chegar às crateras da Lua: me tornar um Deus.